
1- Acorde para o mundo! Olhe através da janela, tem muita gente precisando de você. Preste atenção nas pessoas que te cercam, nas notícias (além do JN!), oxigene a sua vida e tome consciência do potencial transformador que existe em você.
2- Defina um ponto de partida. Percebeu a sua importância? Conseguiu enxergar que tem gente muito menos favorecida que você fazendo a diferença?? Legal, agora escute aquela voz lá de dentro e deixe uma causa te abraçar. Idosos? Crianças abandonadas? Animais de rua? Catadores de lixo? Opções não faltam. Escolha a sua (ou as suas) pela paixão - pois tem horas que só isso te faz continuar!
3- Não piore a situação. Ok, ok... ta se achando sem tempo ou ainda não ouviu o chamado divino para arregaçar as mangas? Fique tranquilo, ninguém vai pro “inferno” se não fizer filantropia. Agora, o mínimo que esperamos de você é que não atrapalhe! Comprar uma tartaruguinha na pet shop e depois de cansar ‘do brinquedo’ abandoná-la no laguinho do Parcão não é legal!
4- Atue com consciência. Faça um balanço das suas atitudes, desde aquelas mais cotidianas e automáticas até as mais complexas. De nada adianta usar as camisetas do Sea Shepherd se toda semana comprar latinhas de atum. Assim como também não adianta colar no carro adesivo do S.O.S Mata Atlântica se gastar pacotes de folha branca com impressões desnecessárias...tóin. Seja crítico, não subestime seu papel de cidadão/consumidor, pense sempre no que está fazendo.
5- Seja tolerante com suas contradições. “Eu amo atum! E agora??” Calma, isso não é um passo-a-passo para a beatificação! Não podemos abrir mão de tudo o que polui/desmata/engorda porque senão vamos viver de raízes no meio do mato... então, basta diminuir o consumo e dar preferência ao fabricante que tem o selo Pró-golfinho. Busque sempre a melhor alternativa.
6- ...e aceite as suas limitações. Mesmo que você se esforce vai continuar sendo um só, e isso pode parecer frustrante no início. Aos poucos você percebe que pode contar com aquele colega de escritório, descobre que seu vizinho é um ótimo parceiro, e assim vai, tecendo uma teia de boa vontade.
7- Faça a sua parte. “Seja a diferença que você quer ver no mundo”. Comece dando o exemplo, mostre, ensine a quem não sabe e não tolere corpo-mole. É como se vários olhinhos estivessem prestando atenção no que você faz, para em seguida, fazer igual. Dê o primeiro passo, um exemplo positivo vale mais que uma puxada de orelha.
8- Cobre dos outros. Então quer dizer que eu procuro uma vaga pra estacionar no xópim, depois de várias voltas consigo um lugar lá longe da porta e de repente, do nada, aparece um engraçadinho e estaciona na vaga de deficiente. Ora bolas, tem graça! “Ei, psiu: essa vaga não é pro senhor, faça o favor de procurar outro lugar!”. Cobre responsabilidade, cobre coerência e cobre atitude, assistir de camarote é se omitir.
2- Defina um ponto de partida. Percebeu a sua importância? Conseguiu enxergar que tem gente muito menos favorecida que você fazendo a diferença?? Legal, agora escute aquela voz lá de dentro e deixe uma causa te abraçar. Idosos? Crianças abandonadas? Animais de rua? Catadores de lixo? Opções não faltam. Escolha a sua (ou as suas) pela paixão - pois tem horas que só isso te faz continuar!
3- Não piore a situação. Ok, ok... ta se achando sem tempo ou ainda não ouviu o chamado divino para arregaçar as mangas? Fique tranquilo, ninguém vai pro “inferno” se não fizer filantropia. Agora, o mínimo que esperamos de você é que não atrapalhe! Comprar uma tartaruguinha na pet shop e depois de cansar ‘do brinquedo’ abandoná-la no laguinho do Parcão não é legal!
4- Atue com consciência. Faça um balanço das suas atitudes, desde aquelas mais cotidianas e automáticas até as mais complexas. De nada adianta usar as camisetas do Sea Shepherd se toda semana comprar latinhas de atum. Assim como também não adianta colar no carro adesivo do S.O.S Mata Atlântica se gastar pacotes de folha branca com impressões desnecessárias...tóin. Seja crítico, não subestime seu papel de cidadão/consumidor, pense sempre no que está fazendo.
5- Seja tolerante com suas contradições. “Eu amo atum! E agora??” Calma, isso não é um passo-a-passo para a beatificação! Não podemos abrir mão de tudo o que polui/desmata/engorda porque senão vamos viver de raízes no meio do mato... então, basta diminuir o consumo e dar preferência ao fabricante que tem o selo Pró-golfinho. Busque sempre a melhor alternativa.
6- ...e aceite as suas limitações. Mesmo que você se esforce vai continuar sendo um só, e isso pode parecer frustrante no início. Aos poucos você percebe que pode contar com aquele colega de escritório, descobre que seu vizinho é um ótimo parceiro, e assim vai, tecendo uma teia de boa vontade.
7- Faça a sua parte. “Seja a diferença que você quer ver no mundo”. Comece dando o exemplo, mostre, ensine a quem não sabe e não tolere corpo-mole. É como se vários olhinhos estivessem prestando atenção no que você faz, para em seguida, fazer igual. Dê o primeiro passo, um exemplo positivo vale mais que uma puxada de orelha.
8- Cobre dos outros. Então quer dizer que eu procuro uma vaga pra estacionar no xópim, depois de várias voltas consigo um lugar lá longe da porta e de repente, do nada, aparece um engraçadinho e estaciona na vaga de deficiente. Ora bolas, tem graça! “Ei, psiu: essa vaga não é pro senhor, faça o favor de procurar outro lugar!”. Cobre responsabilidade, cobre coerência e cobre atitude, assistir de camarote é se omitir.
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