sábado, 13 de junho de 2009

Gay pride

Eu não sei qualé dessas paradas gays...
Não que eu seja contra, ou tenha algum tipo de preconceito. Considero-me tolerante com as diferenças e até bem aberta. Não condeno quem opta por assumir sua homossexualidade (ou bi, ou pan...seja o que for), mas daí até achar a parada gay legal... não sei não.

A mesma coisa sinto em relação a maneira como a obesidade é tratada nos EUA. Então agora os aviões deveriam ter bancos mais largos, ou os cinemas, daqui a pouco serão os carros, restaurantes, etc... ao invés de adaptar o mundo aos gordos não deveriam os gordos se adaptar ao mundo dos saudáveis? Me parece óbvio que se tratando de um problema tão sério de saúde pública o correto seria investir no tratamento (preventivo, é claro) de possíveis obesos do que em adaptações toscas para que se entenda que ser obeso é normal. Dia desses ouvi um depoimento de um gordinho reclamando de “preconceito”, que ninguém no ônibus queria sentar ao seu lado e que ficavam incomodados com o seu volume avantajado... mas qual é a novidade?? Por acaso ele imaginou que ia passar desapercebido?

Mas voltando às paradas.... antes que alguém ache que estou comparando gays com gordos, na na ni na não. Só acho que toda essa exaltação em torno do terceiro sexo é um exagero. Que o publico GLS tenha orgulho por assumir suas preferências, por tanto tempo abafadas e ridicularizadas, acho ótimo e saudável. Mas o que parece é que tem uma onda de “venha para cá você também” ou “venha experimentar, quem sabe você não gosta mais”... Enquanto isso for só a minha impressão, tudo bem, mas caso minha impressão se confirme, vou começar a me preocupar.

Um comentário:

  1. adorei esse texto!

    e farei, um dia... quem sabe... meu editorial

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