terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Sessão polimento - o grande dia


Uma vez na vida eu acho que todo mundo deveria fazer isso; tirar do roupeiro (veja bem, a substituição do bom e velho ‘guarda-roupas’ por medo de escrever com hífen e ser sem hífen ou vice versa) todas, absolutamente T O D A S as peças de roupa, vestí-las e encarar o fato de que nem tudo o que está ali ainda se usa, ainda está na moda ou ainda cabe (essa é a pior das constatações!). Chega de esconder camisas no fundo das gavetas só para não encará-las e ter que dizer “deu pra ti!”, ou guardar aquelas calças jeans que você comprou no seu período de anorexia (na boa, quem nunca sentiu saudades das pernas finas de adolescente que atire a primeira pedra!) e nunca mais vai usar, mesmo que elas estejam novinhas em folha. Chega de apego, manter guardada coisa inútil só trás energia negativa! Se liberte! Abra espaço nas prateleiras e depois vá ao xópim sem culpa – sim porque você vai doar aqueles blusões então fica no crédito para adquirir mais uns vestidinhos.

Bom, isso pode ser feito pelas suas próprias mãos e de acordo com as suas conclusões se você for uma pessoa antenada, ligada na moda, conhecedora do seu corpo, do que lhe favorece, enfim, tiver alguma noção de como se vestir. Não é o meu caso.

Confesso que esse assunto nunca me despertou muito interesse. Na verdade sempre fui meio rebelde no que diz respeito ao “vestir”, tenho uma idéia de moda que acaba me prejudicando na hora de ir às compras – acho que moda é uma estratégia de mercado para que as lojas que fabricam roupas em grande quantidade possam desovar sua produção sem que ninguém reclame de ficar igual ao outro. Mas pré-conceitos à parte, resolvi pedir ajuda de uma profissional. Estava perdendo muito tempo na hora de achar a roupa ideal para determinado evento e por mais que gastasse $$$ sempre achava que estava mal vestida.

Tivemos uma conversa inicial quando ela perguntou algumas coisas sobre mim, me mostrou revistas e trocamos idéias, mas a grande revolução aconteceu ontem: por duas horas e meia minha sala virou um grande closet (e não é que eu gostei da história, o marido que não me ouça! – vide foto). Revirei as profundezas mais obscuras das minhas gavetas e prateleiras a fim de resgatar peças esquecidas, sanar minhas dúvidas e checar a viabilidade de algumas composições que vinha fazendo meio sem muita convicção. Algumas foram aprovadas e outras nem tanto. Mas a parte boa foram as dicas. Dicas de combinação, de peças coringa, de onde comprar as tais peças e, principalmente, onde elas são baratas.

Hoje eu me testei. E acho que fui bem, talvez não tenha "abalado bangu", mas pelo menos o tempo gasto na frente do espelho foi bem menor. Ponto!

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