A minha onda agora é delegar sentimentos.
Assim como delegamos tarefas e funções, podemos delegar idéias, sentimentos, sensações... e tudo mais, é muito simples e eficaz!
Veja um exemplo prático: quando você chama o estagiário e manda ele escanear aquele documento pra você (ô, terefinha chata...) você está limando do seu dia mais uma tarefa murrinha e insignificante para que sobre tempo de fazer o que interessa, certo?
Agora basta substituir na frase acima a variável “dia” por “coração”.
Temos o princípio da delegação de sentimentos.
Estamos todos os dias sendo testados, já reparou? Tem sempre uma pobre criatura carente, invejosa, mal-amada, mal sucedida ou infeliz em qualquer aspecto da vida, que está ali no seu caminho para te provocar, apontar as suas falhas, os seus deslizes, dizer que o seu cabelo estava melhor antes, que você não está agindo conforme você disse que agiria, etc. As pessoas fazem isso para se sentirem menos infelizes, salientando os insucessos e as contradições dos outros - é normal, nem tente se livrar delas.
Agora o pulo do gato: não se deixe abater por elas. Libere do seu coração sentimentos pequenos para que sobre espaço para enchê-lo com coisas boas. Contradições: todo mundo tem, falhas, deslizes... só não tem quem não tenta, não vive nem se expõe.
Daqui pra frente quando o motorista enfurecido gesticular freneticamente (sim, meu ponto crítico é o trânsito...aff) eu não vou me importar, quando aquela conhecida tecer mais um comentário depreciativo sobre a minha pessoa eu não vou me chatear, nem quando me questionarem sobre a legitimidade das minhas atitudes, pode ter certeza que eu também não vou me importar. A PARTIR DE AGORA PASSO ADIANTE TODA MALDADE, EU SÓ QUERO A PARTE BOA!
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