terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O olho esquerdo

No afã de se deliciar com whiskas sache sabor carne (o seu preferido), a pequena Maysa se precipitou sobre o pote de ração acabando por ferir seu olhinho esquerdo. Não foi nenhuma sangria, até porque olha não sangra, mas vi que alguma coisa errada tinha acontecido. Isso foi ontem.
Hoje de manhã P.M. desperta com um olho na remela. Tadinha.
Resumindo a novela, após o retorno do veterinário que lascou um holofote no olho do pobre bicho, lá estava Sandrix comprando colírio. Até aí tudo normal. O pepino começa na hora de pingar o maledetto colírio. Sim, porque os gatos, assim como qualquer animal que não entenda nossa língua (ou seja todos, a não ser que você tenha feito escola com o Dr. Doolittle) consideram remédios, pomadas e colírios a maior das agressões e, se empenham em tirar tudinho que você sofridamente conseguiu colocar assim que viramos as costas.
Então... todos os dias, 4 x ao dia, a pessoa (não basta ser mãe, tem que participar) pega o gato com uma mão, vira a cabecinha dele pra cima com a outra mão, e com a terceira mão (xiii... e se eu só tiver duas???) abre o olhinho do bichano, mira bem lá dentro, pede pelamordedeus para ele abrir o diabo do olho e toca ficha. Claro que apenas 20% do colírio jorrado acaba chegando ao destino final – o olho do gato, os outros 80% estão distribuídos entre a mesa de passar, a camisa branca, o chão, o resto do pelo do gato...

Um comentário:

  1. como assim agora tens uma filhota chamada Maisa??? Genial! A-do-rei a ideia, agora sem acento hehe Tuas aulas estão serindo para alguma coisa...bj biba

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