domingo, 11 de janeiro de 2009

Marley, um rio de lágrimas e eu

Não sei, não adianta me perguntar porque, eu simplesmente não sei o que houve que me tocou tanto esse filme. Na verdade até poderia arriscar alguns palpites como minha compaixão doentia pelos animais, o fato de ter sacrificado meu gatinho (de dois anos) seis meses atrás após um quadro praticamente irreversível de cardiopatia, a compaixão pelos donos do cão que realmente sentiram a sua perda (a hora em que o menino descobre que o cão vai morrer... Jesus, aquela cena é inaguentável!!) , ou finalmente o fato de ter o Nino um gato de 21 anos que está resistindo bravamente ao desgaste natural da idade mas em algum momento eu sei que ele vai nos deixar, enfim, uma séria de motivos faria com que eu ficasse chateada com o final do filme, mas não devastada como realmente aconteceu.

Você pode perguntar:
Eles maltratam o cachorro durante o filme? Não.
O cão é abandonado, negligenciado em alguma cena? Absolutamente! O filme é lindo! É uma história de amor, um exemplo de dedicação, respeito...
Então porque o desespero? Boa pergunta, prometo que quando tiver mais uma pista volto a escrever sobre o assunto.

De qualquer forma, para os que seguem interessados na película, que no frigir dos ovos classificaria como ‘bacana’ (nem mais nem menos), sugiro tomar alguns cuidados, antes e depois de se acomodar na cadeirinha do cinema:
- Não vá à sessão em período de TPM;
- Não marque jantar ou outro programa após a sessão, a não ser que você não se importe em ser o centro de olhares desconfiados;
- Nunca, jamais, em hipótese alguma, vá fazer compras no super depois da sessão, pelos mesmos motivos citados acima potencializados pela luz branca dos corredores.

Para as guerreiras: bom filme! (e não digam que eu não avisei!)

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