Dois posts atrás falei das amigas que partiram para outras paragens para tentar a vida, buscar um sonho ou simplesmente mudar de ares, agora falarei da segunda vertente, as amigas que de uma hora para outra, sem avisar, sem mais nem menos, resolveram engravidar.
“Como assim????” foi o que deu vontade de dizer quando soube que a minha melhor amiga, aquela de colégio, de fé mesmo, me disse que estava grávida de oito meses.
De novo aquela sensação estranha.
Um mix de sentimentos como a nostalgia, a indignação (no heartfeelings queri, to só reproduzindo o momento), me atropelaram e, como se não bastasse, lá atrás bem escondidinha, enxerguei mais uma vez a Cegonha.
Sim, novamente Ela, cheia de interrogações.
Bem, quanto à cegonha, despachei mais uma vez.... na verdade, diferente das outras vezes, combinei que ela voltasse no final do ano quando faria uma contra-proposta, negociaria prazos e tal.
Quanto à amiga, então, estou aprendendo (novamente) que ser mãe não quer dizer renúncia à vida nem abandono às amigas (o que era a minha principal preocupação). É mais ou menos quando se casa, você sai da sua turma de solteiro e passa a ser parte de um casal. Nos primeiros meses (ou anos) você deixa de lado algumas coisas que fazia antes de conhecer o parceiro, a sua vida vira uma leve bagunça, mas logo a poeira senta e aquela pessoa passa a encaixar tão bem na sua vida que você nem lembra como era antes. Com filhos não deve ser diferente.
Em 2009 vou aproveitar o Arthur, o Francisco, o Frederico, o Humberto, a Malu e todas as pecinhas que estão por vir para testar minhas teorias e me preparar um pouco mais para esse grande desafio.
Essa eu queria ver!!!
ResponderExcluirAcho q vai ser muito legal.....dou a maior força.....so tendo para ver....
ResponderExcluirbjkas e bom final de ano.....
tua amiga de sempre..foruns..etc....